Florida Real Estate News by Daniela Galvão
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Comprador brasileiro reanima mercado imobiliário de Miami 01/22/2012
 
E não é só em Miami que isto está acontecendo, na Central Florida / Orlando também:
 
NANCY BETH JACKSONDO "NEW YORK TIMES"

Em 2008, o mercado imobiliário de Miami, cidade conhecida como "portão da América Latina", estava deprimido. Os únicos negócios realizados envolviam execuções de hipotecas, e o futuro parecia tão sombrio quanto as torres de apartamentos de luxo à beira-mar, onde dezenas de compradores perderam entradas consideráveis e abandonaram suas unidades com a chegada da crise.

"Cerca de um terço dos que tinham contratos desistiram. Outro terço dos projetos nunca foi construído. Os preços caíam sem parar", lembra Maurice Veissi, presidente da Associação Nacional de Corretores de Imóveis.

Mas isso foi antes que os brasileiros se tornassem a última onda latino-americana a atingir a cidade.

Primeiro, eles vieram passar férias na praia; depois, para comprar apartamentos de férias -às vezes mais de um e geralmente em dinheiro.

Os imóveis parados foram rapidamente "engolidos", diz Veissi. Hoje, as empreiteiras estão de volta ao trabalho, começando ou reiniciando projetos de edifícios ambiciosos.

Os brasileiros, é claro, não são o único motivo pelo qual o mercado imobiliário local está animado. O sul da Flórida foi chamado pelo jornal "Miami Herald" de epicentro de vendas residenciais para estrangeiros, incluindo outros latino-americanos e europeus. Eles representam mais de 65% das vendas em Miami, segundo a associação.

Brasileiros ultrapassaram outras nacionalidades entre os compradores de imóveis em Miami. Números da associação de corretores os apontam como o segundo grupo mais ativo de estrangeiros, com 12%, entre venezuelanos (15%) e argentinos (11%).

"Eles estão tomando Miami", afirma Edgardo Defortuna, executivo-chefe da imobiliária Fortune International Realty, que já tem escritório em São Paulo."Mais do que apenas comprar um apartamento, trazem seus amigos e parentes para fechar negócio. Quando um compra em um projeto, os outros vêm junto."

Em geral, os compradores são famílias de classe média alta que querem desfrutar da prosperidade recém-conquistada como profissionais liberais e empresários. "Os brasileiros vêm para gastar", diz Cristiano Piquet, 34. Ele se mudou para Miami em 2001, para ser piloto de corrida. Hoje, dirige uma empresa imobiliária com cerca de 50 agentes.

Para Piquet, Miami é limpa, organizada e, principalmente, segura para quem quer exibir sinais de afluência como relógios Rolex ou conversíveis sem temor do crime. Ele conta que, na cidade, há uma placa de carro personalizada que diz: "Here I can" (Aqui eu posso).

Miami tem uma história de sucesso, queda e novamente sucesso. Na Brickellhouse, primeiro lançamento da cidade nos últimos anos, 100 das 374 unidades -com preços de US$ 200 mil (R$ 355 mil) a US$ 1,4 milhão (R$ 2,5 milhões)- foram vendidas em dois meses, quase todas para latino-americanos.

NOVOS ARES
Diferentemente da maioria dos incorporadores, o empreiteiro Harvey Hernandez exige que os clientes paguem 90% do preço antes de a construção terminar, modelo financeiro conhecido pela maioria dos compradores latinos.

Em um esforço para estimular o mercado imobiliário norte-americano, foi apresentada no Senado uma proposta bipartidária que daria vistos de três anos para estrangeiros que investissem no mínimo US$ 500 mil (R$ 888 mil) em imóveis residenciais.

Os legisladores da Flórida devem discutir em breve a lei de "destino resort", que permitiria o jogo em cassinos em complexos de lazer, como o Resorts World Miami, que deverá ter mil apartamentos.

Tradução de LUIZ ROBERTO M. GONÇALVES

 
Flórida quer desburocratizar visto para turistas brasileiros 10/26/2011
 
25/10/2011 - 20h33 Flórida quer desburocratizar visto para turistas brasileiros PUBLICIDADE

FELIPE VANINI BRUNING
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O governador da Flórida, Rick Scott, disse nesta terça-feira, em São Paulo, que vai debater com o governo federal americano meios para desburocratizar a concessão de vistos de turismo para brasileiros.

Segundo ele, sem a necessidade de vistos, as viagens de brasileiros ao Estado duplicariam.

Gabo Morales/Folhapress O governador da Florida, Rick Scott, durante evento na Fiesp "Esse é um grande entrave às nossas relações. Mas também se trata de segurança interna", disse Scott.

Dona do quarto maior PIB estadual dos EUA, estimado em US$ 770 bilhões, a Flórida enfrenta uma taxa de desemprego de mais de 10%.

Em 2010, estima-se que 500 mil brasileiros tenham visitado Miami. O gasto total desses turistas na principal cidade turística da Flórida atingiu US$ 1 bilhão.

De acordo com o governador republicano, 300 mil brasileiros vivem hoje no Estado e têm contribuído com a retomada do crescimento do preço dos imóveis.

Scott também promoveu o intercâmbio de empresas da Flórida de diversos setores com o Brasil na abertura de uma feira de negócios.

"Espero que a Flórida seja a porta de entrada para investimentos estrangeiros", disse ele. "Não há nenhum país mais importante que o Brasil para a Flórida."

Em 2010, as trocas comerciais entre Brasil e Flórida atingiram US$ 16 bilhões. A expectativa para este ano é de crescimento de 25%, alcançando US$ 20 bilhões.

 
Fortune Magazine: Celebration, Flórida está entre as seis comunidades planejadas mais inusitadas dos EUA 10/04/2011
 
Com o centrinho da cidade todo colorido como balas  e um toque de magia Disney, a comunidade planejada de Celebration faz juz a seu nome.
A cidade foi inpirada em um sonho de Walt Disney, em 1966 de desenvolver o protótipo de uma comunidade do amanhã, (experimental prototype community of tomorrow) também conhecido como EPCOT. Enquanto o Epcot se tornou apenas mais um parque temático dentro do império de Mickey Mouse, o sonho de Walt Disney de uma utopia para pedestres se tornou uma realidade - completa, com escolas, hospitais e empresas - em meados dos anos 90 graças ao então CEO da Disney, Michael Eisner.
Mas a perfeição, ou pelo menos a aparência dela, vem com um preço e muitas regras. A adminstração da cidade tem políticas restritas para todos as 3,500 residências - tais como as limitações na propaganda política durante as eleições e regras estipuladas quanto as plantas e jgramas dos jardins, tudo minuciosamente descrito em um longo documento chamado "Declaration of Covenants", que é assinado por cada proprietário de cada imóvel da cidade.
A cidade realmente é uma "celebração de todos os melhores aspectos do urbanismo e da arquitetura americana", insiste Jacquelin T. Robertson, diretora da Cooper, Robertson & Partners, uma empresa que se juntou com prestigiado Robert AM Arquitetos Stern para projetar e supervisionar a construção do plano de cerca de 2,5 bilhões dólares em 1994.

Para ler a matéria na revista Fortune, clique aqui:  http://money.cnn.com/galleries/2010/fortune/1007/gallery.master_planned_communities.fortune/4.html
 
A cidade que Walt Disney construiu: Um filme sobre a comunidade de Celebration 09/24/2011
 
Residentes aqui de Celebration criam o primeiro filme sobre a cidade, desde sua fundacao até os dias de hoje.
Veja o trailer do filme aqui:
http://www.facebook.com/photo.php?v=2397429973421
 
Fragmentos de reportagem da Isto É Dinheiro 09/12/2011
 
Tijolos em dólar: Queda no preço de imóveis e valorização do real estimulam brasileiros a buscar uma segunda casa, nos Estados Unidos Por Lilian SOBRAL

Uma casa de luxo para passar as férias. Imóvel amplo, com mil metros quadrados de área total, localizado em um condomínio fechado, e próximo a alguns dos mais conhecidos centros de entretenimento. O valor? R$ 480 mil. É praticamente impossível encontrar um imóvel desse tipo – e por esse preço – nas principais cidades brasileiras. No entanto, essa residência em Orlando, no centro do Estado americano da Flórida, pertence à família do industrial paulista Sylvio Ribeiro Júnior. “Passamos alguns dias lá em julho e pretendemos voltar para aproveitar o Natal e o Ano-Novo”, diz Mara Ribeiro, mulher de Sylvio. Eles fazem parte de uma nova leva de brasileiros que aproveitam os baixos preços nos Estados Unidos e a força do real em relação ao dólar para comprar imóveis fora do País.

O empresário paulista Elias Zak Zak, franqueado da rede imobiliária americana Century 21, vem testemunhando o aumento das vendas. “Minha unidade funciona há apenas um ano, e já vendi seis imóveis no Exterior para compradores brasileiros”, diz ele. Zak Zak nota como os preços compensam na vizinhança. Seu escritório fica na Vila Nova Conceição, um dos bairros mais valorizados da cidade de São Paulo. Lá, o metro quadrado de um apartamento de alto padrão pode custar R$ 15 mil em média. Na Flórida, uma propriedade comparável em padrão de construção e em localização sai por R$ 5 mil o metro, um terço do valor paulistano. Essa divergência tem dois motivos, a queda do preço dos imóveis nos Estados Unidos e a valorização do real. Quando a bolha imobiliária americana estourou em 2008, milhares de famílias não conseguiram mais pagar seus empréstimos. Seus imóveis foram retomados e revendidos.    A chegada abrupta e simultânea de tantas casas ao mercado fez os preços desabar. No Brasil, a situação é o inverso. O aumento da renda e a expansão do crédito imobiliário têm feito os preços subir sem parar. Esse cenário atraiu muitos compradores que já têm casa própria no Brasil e buscam uma segunda ou terceira residência nos Estados Unidos para passar férias em inglês ou para investir. “São viajantes habituais para os Estados Unidos que pretendiam comprar imóveis lá e agora podem realizar esse sonho”, diz Celso Pinto, CEO da Sotheby’s Realty São Paulo. A empresa de Pinto é especializada na venda de empreendimentos americanos para brasileiros. Uma das opções mais visíveis é a Trump Towers de Miami, conjunto de três torres à beira-mar, com 45 andares cada um. Para ser contratados, os porteiros têm de falar português: 75% dos apartamentos foram vendidos para compradores brasileiros. Os novos proprietários já começam a impor seus hábitos, inclusive o brasileiríssimo costume de petiscar na praia. “Até serviço de restaurante no nível da areia o empreendimento tem”, diz Pinto.    Outro empreendimento bem-sucedido em Miami é o Canyon Ranch Living. O local funciona como um spa e tem 580 apartamentos com preços que partem dos US$ 400 mil, cifra bem abaixo da média de prédios residenciais de alto padrão no eixo Rio-São Paulo. Do total oferecido, 17% das unidades foram vendidas para brasileiros. Fonseca diz que o Estado preferido dos brasileiros é a Flórida, que concentra 31% dos negócios fechados com compradores que falam português. Miami e Orlando não caíram no gosto dos brasileiros por acaso. A popularidade deve-se à proximidade com o Brasil, ao clima ameno e à aceitação local dos costumes brasileiros. “Às vezes parece que a língua oficial de Orlando é o português”, diz Mara, mulher do empresário Sylvio Ribeiro. Depois da Flórida, os Estados preferidos são a Califórnia, endereço de 12% dos imóveis adquiridos, e o Texas, com 9%. Os brasileiros preferem apartamentos. “A manutenção é mais fácil e barata”, diz Marco Fonseca, presidente para o Brasil da National Association of Realtors, que representa os corretores de imóveis nos Estados Unidos.    Para os que optam por casas, empresas especializadas em gerenciamento de propriedades cuidam dos imóveis quando os donos estão no Brasil. Quem quer comprar um imóvel no Exterior deve tomar alguns cuidados. Comprar e manter uma segunda casa de frente para o mar de South Beach pode ser fácil com o dólar a R$ 1,70. “Você estaria preparado para os mesmos gastos se fosse R$ 2,70?”, é a pergunta que Elias Zak Zak faz aos clientes. Quem pensa em revender com lucro deve se lembrar de que a valorização dos imóveis não é garantida, ainda mais com uma nova crise ameaçando a economia americana. Obter renda com o aluguel das casas pode ser mais fácil. As sócias Gabriela Haddad e Tatiana Mosaner, do Halmoral Group, lançaram na quinta-feira 25 um serviço de venda de imóveis na Flórida que já vem com um importante item na proposta: inquilinos, que garantem uma renda mensal entre 7% e 9%. “Os interessados são pessoas que investem em imóveis no Brasil e buscam diversificação”, diz Mosaner.   "O brasileiro prefere comprar apartamentos, cuja manutenção é mais barata" - Marco Fonseca, corretor de imóveis   Os inquilinos, por sua vez, são os nativos. “Com a crise, poucos americanos têm dinheiro para comprar um imóvel, e acabam tendo que alugar”, afirma outro especialista, Fernando Ponzeto Alves, que trabalha como corretor nos Estados Unidos há sete anos.  Se o dinheiro do aluguel ficar nos Estados Unidos, a tributação será feita lá. A alíquota varia de acordo com localização e tamanho, mas pode chegar perto dos 15% cobrados no Brasil. Se o dinheiro for recebido no Brasil, a tributação também será feita aqui. Para os que pretendem aproveitar os juros perto de zero e comprar com dinheiro emprestado, há financiamentos disponíveis que cobrem até 70% do valor do imóvel. O visto necessário é apenas o de turista. “Noven-ta e nove por cento dos meus clientes brasileiros que compram imóveis aqui continuam morando no Brasil”, diz Alves.   
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/64377_TIJOLOS+EM+DOLAR
 
Investidores brasileiros dão um sopro de vida no mercado imobiliário do Sul da Flórida 06/23/2011
 
A força do real frente ao dólar está dando mais poder de compra aos brasileiros no mercado imobiliário dos EUA do que eles tiveram em uma geração inteira.  Por esta razão, a crescente classe média brasileira está comprando propriedades na Flórida, principalmente em Miami, de acordo com um estudo Folha de São Paulo lançou segunda-feira.

Além disso, a Associação de Investidores de Imóveis Estrangeiros (AFIRE), disse que as melhorias no mercado imobiliário de Miami é devido principalmente ao aumento do PIB do Brasil.

"A criação de riqueza no Brasil está começando a olhar para o comércio além das fronteiras, e Miami, certamente é um destino de investimento quase natural", diz Terra Blanca, CEO da Blanca Imóveis Comerciais no Real Estate Jornal Online na semana passada.

De acordo com AFIRE, o excesso de oferta de profundidade em Miami e Sul da Flórida, especialmente em seus mercados de apartamentos, poderia torná-los altamente dependente atraindo um número cada vez maior de compradores estrangeiros como brasileiros. Isto é especialmente verdadeiro dado o fato de que o desemprego ainda é crescente em os EUA e os rendimentos estão em um momento de baixa, enquanto no Brasil o oposto é verdadeiro, a riqueza eo emprego estão continuamente aumentando.

Uma recente pesquisa Franklin Templeton das tendências de investimento estrangeiro em alguns mercados emergentes encontrados 70% dos brasileiros pretendia investir no exterior neste ano de 1004 pesquisados. Este é comparado com a média de mercado de 62% emergentes encontrados pela pesquisa.

Mas nem Florida Miami são a escolha número um entre os investidores estrangeiros, New York, Washington DC, Boston e San Francisco são os 4 melhores de acordo com a Real Capital Analytics. No entanto, a empresa disse que os EUA é atualmente o número um destino de investimento imobiliário em termos de potencial de valorização de capital.
 
Aumentam as vendas de casas e apartamentos na Flórida em Maio de 2011 06/22/2011
 
ORLANDO, Flórida - 21 de junho de 2011 - O número de vendas de casas e apartamentos na Flórida subiu em maio, de acordo com os dados mais recentes de habitação lançado pela Associação Florida Realtors ®. Vendas de casas já existentes aumentaram 3 por cento no mês passado com um total de 17.228 casas vendidas em todo o estado em comparação com 16.790 casas vendidas em Maio de 2010, de acordo com corretores de imóveis da Flórida. As vendas de apartamentos em todo o estado no mês passado subiu 17 por cento em comparação com o valor das vendas do ano passado.

As estatísticas das doze áreas metropolitanas da Flórida (MSAs) relataram  um  número maior de vendas de casas em maio; 14 MSAs também tiveram maior volume de vendas de apartamentos. É o sexto mês consecutivo que a Flórida Realtors relatou maior índice de vendas de casas e apartamentos  ano-após-ano em todo o estado.

"Com baixas taxas de juros e um inventário amplo de casas a preços acessíveis, compradores qualificados estão percebendo que não haveria  um momento melhor para encontrar a casa dos sonhos na Flórida", disse a Presidente da Associação de Realtors da Flórida, Patricia Fitzgerald. "Consulte um corretor de imóveis ® local sobre os critérios de qualificação e para saber mais sobre oportunidades em seu mercado local de habitação."

O preço médio de vendas para casas existentes no mês passado foi $ 135.500; um ano atrás, era $ 142.900 , uma diminuição de 5 por cento. No entanto, o preço médio de maio em todo o estado foi de cerca de 2,9 por cento maior do que era em abril. Analistas com a National Association of Realtors ® (NAR) notam que as vendas de foreclosures e outros imóveis em dificuldades continuam a distorcer o movimento de descida do preço médio, porque eles geralmente vendem com um desconto em relação a casas tradicionais. A mediana é o ponto médio; metade das propriedades foram vendidas por mais metade, por menos.

O preço médio de vendas no âmbito nacional para casas unifamiliares em abril de 2011 foi 163.200 dólares, com queda de 5,4 por cento um ano atrás, segundo a NAR. Na Califórnia, a preço médio de revendas em todo o estado foi de 293,570 dólares em abril, em Massachusetts, foi 279.000 dólares, em Maryland, foi 226.370 dólares, e em Nova York, que foi de US $ 200.000.

De acordo com NAR, a dificuldade na liberação das linhas de crédito é uma das razões pelas quais o mercado está com baixo desempenho. "Embora seja esperado que as vendas de casas e apartamentos cresca de forma desigual no próximo ano, a dificuldade na liberação das linhas de crédito continua a restringir o mercado, juntamente com um nível constante de baixas avaliações, que resultam em cancelamento do contrato", disse o economista-chefe do NAR Lawrence Yun. "Uma forte e sólida recuperação do mercado econômico  e da  habitação não pode ocorrer enquanto os bancos continuarem a reter grande reservas de caixa."

Na Flórida, a comparação ano após ano para apartamentos, 8.338 unidades foram vendidas em todo o estado no mês passado em comparação com 7104 unidades em maio de 2010 para um aumento de 17 por cento. O preço médio no estado de vendas de apartamnetos no mês passado foi $ 98.200; maio 2010 era $ 96.400 para um aumento de 2 por cento. A média estadual de preços de apartamentos foi de cerca de 6,9 ​​por cento maior do que era em abril. A média nacional preço de venda foi $ 167.300 em abril de 2011, de acordo com NAR.

A taxa de juro para financiamento fixo de 30 anos  teve  média 4,64 por cento em maio, uma queda de 4,89 por cento em média durante o mês homólogo do ano anterior, de acordo com a Freddie Mac. A Associação de Corretores da  Florida reflete o fechamento, que ocorre tipicamente 30 a 90 dias após a oferta / contratos de venda são escritos.

© 2011 Realtors ® Florida
 
Conheça os melhores bairros de Orlando 05/02/2011
 
Celebration
Uma cidade planejado pela divisão de Real Estate da Disney. Casas de alto padrão, muito arborizado, localizção prêmio (ao lado da I4 , 417, 428) e ligação direta com a Disney.
Preco Medio: $350,000 - $2,000,000
Zip Code (CEP): 34747

Golden Oak
Recém lançado conomínio exclusivo e de altíssimo padrão dentro da Disney. Ao lado do Magic Kingdom, de lá pode-se ouvir o sino do trem do parque, assistir os fogos a noite.  Os lotes (cerca de 450) começaram a ser vendidos em 2010 e as primeiras residências devem começar a ficar printas no final de 2011.
Preço Médio:: $1.000,00 - $5.000,00

Windermeere
De longe um dos mais luxuosos bairros de Orlando. De alto padrao, escolhido por famosos jogadores de golf e basket, tais como Tiger Woods e outros. Um pouco afastado da badalacao, escolhido por aqueles, que querem exclusividade e tranquilidade.
Preco Medio: $250,000 - $3,000,000
Zip Code (CEP): 34786

Dr. Phillips
Bairro muito desejado em Orlando, com otimas escolas, otimos restaurantes,
ambiente chique de alto padrao e otimamente localizado. Perto da Internacional Drive, Universal Studios, Disney, Aeroporto e Downtown Orlando.
Preco Medio: $225,000 - $1,500,000
Zip Code (CEP): 32836

Hunter's Creek
Muito bem localizado, fica na área sudoeste de Orlando , area de classe media e media alta, apenas 15 minutos do aeroporto, com fácil acesso a rodovia 417 e 528.
Preco Medio: $175,000 - $450,000
Zip Code (CEP): 32837

Winter Garden
Bairro novo ao lado de Windermere com ótimos condomínios, fácil acesso a compras e restaurantes.
Preco Medio: $175,000 - $450,000
Zip Code (CEP): 34777

Reunion
Um bairro cercado por resorts e campos de golfe com casas a venda dentro dos resorts, com toda a estrutura e conforto. Perto da Disney e a possibilidade de alugar a casa por temporada e usar quando  estiver de ferias nos Estados Unidos e atraente para muitos investidores.
Preco Medio: $150,000 - $2,000,000
Zip Code (CEP): 34747

 
É boa a hora para comprar imóveis nos EUA 01/19/2011
 
Dólar desvalorizado, crise americana e alta dos imóveis em locais como Rio e São Paulo levam ao aumento da demanda de brasileiros por apartamentos em Miami e Nova York
Veja reportagem da Exame aqui: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/e-boa-a-hora-para-comprar-imoveis-nos-eua
 

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